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Eduardo Vieira, do A Tarde (20/09/2008 às 20/09)
A segunda noite da 15ª edição do Panorama Percussivo Mundial (Perc Pan) premiou o público baiano com uma mistura de ritmos e culturas, que nem sempre trazia a percussão em destaque absoluto nas apresentações, mas colocava a sonoridade percussiva inserida de outras formas, em diferentes universos. O evento aconteceu na sexta-feira, 19, no palco principal do Teatro Castro Alves, em Salvador.
Quem abriu a noite, pouco depois das 20 horas, foi o músico, arranjador, regente, pianista e compositor Wagner Tiso. Ao lado de seus músicos, ele apresentou clássicos, como Aquarela do Brasil. Em seguida, foi a vez do grupo Faltriqueira fazer a mais bonita e aplaudida apresentação da noite. AS quatro cantoras, vindas da Espanha, da região da Galícia, trouxeram ritmos tradicionais do país, em um show também coreografado.
Na seqüência, foi a vez de um show essencialmente percussivo, do baiano Orlando Costa, que trouxe para o palco do TCA instrumentos de variadas origens e estilos. Depois das 23 horas, para um teatro já vazio, subiram ao palco os cubanos da Sintesis, um dos nomes de destaque da música do país, misturando jazz, rock e músicas de raízes africanas.
